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Santuário de San Teyro - AI-generated fantasy Building

Santuário de San Teyro

O Santuário de San Teyro fica no centro de um campo de ruínas que já foi um pequeno convento e povoado de apoio. O nome é uma corrupção local de San Teodoro, trazido pelos fundadores do outro lado do mar e deformado por gerações que já não entendiam a língua original. Uma área aberta de aproximadamente 20 por 20 quadros leva até a entrada principal, coberta por terra batida, entulho, moitas e cipós. As ruínas ao redor criam cobertura irregular e passagens estreitas sem formar um mapa perfeitamente limpo. A nave retangular mede cerca de 8 por 16 quadros. Duas fileiras de colunas barrocas dividem o espaço central dos corredores laterais. Seus capitéis têm talha dourada escurecida, descascada e coberta por teias nos vãos superiores. O forro de madeira conserva fragmentos de uma pintura religiosa, embora manchas de umidade tenham apagado quase toda a imagem. O chão de pedra xadrez está rachado e coberto de poeira. Marcas retangulares mais claras mostram onde os bancos foram arrancados; os restos agora se acumulam contra uma parede lateral. No fundo da nave, o altar-mor se ergue sobre três degraus. Seu retábulo barroco conserva folhas de ouro tarnished e uma imagem central de santo com o rosto desfigurado, coberta por um pano escuro. Atrás dela existe uma fresta vertical no ar, fina como um risco de tinta preta. Ela não reflete luz. Pelo contrário, absorve a claridade e o som, deixando os três quadros ao redor mais escuros, frios e silenciosos. A fresta parece uma passagem, mas também pode ser a borda visível de algo que está tentando olhar para dentro do mundo.

Santuário de San Teyro
Templo / Santuário assombradoAbandonado e estruturalmente instável, mas ainda parcialmente consagrado. O telhado range, o forro tem tábuas soltas, as colunas apresentam rachaduras finas e parte do vitral desabou. A presença atrás do altar impede que a ruína apodreça por completo, mantendo algumas pedras e vigas em uma imobilidade antinatural.Médio

Santuário de San Teyro

O ar é frio, úmido e pesado, mesmo quando não há vento. A fumaça dos três braseiros escorre rente ao chão em vez de subir, escondendo pés e pedras soltas. Sons parecem perder força perto do altar, e qualquer oração falada ali retorna um instante depois, em uma voz que não pertence a ninguém presente. De tempos em tempos, alguém bate três vezes em uma porta que já não existe.

Description

O Santuário de San Teyro fica no centro de um campo de ruínas que já foi um pequeno convento e povoado de apoio. O nome é uma corrupção local de San Teodoro, trazido pelos fundadores do outro lado do mar e deformado por gerações que já não entendiam a língua original. Uma área aberta de aproximadamente 20 por 20 quadros leva até a entrada principal, coberta por terra batida, entulho, moitas e cipós. As ruínas ao redor criam cobertura irregular e passagens estreitas sem formar um mapa perfeitamente limpo. A nave retangular mede cerca de 8 por 16 quadros. Duas fileiras de colunas barrocas dividem o espaço central dos corredores laterais. Seus capitéis têm talha dourada escurecida, descascada e coberta por teias nos vãos superiores. O forro de madeira conserva fragmentos de uma pintura religiosa, embora manchas de umidade tenham apagado quase toda a imagem. O chão de pedra xadrez está rachado e coberto de poeira. Marcas retangulares mais claras mostram onde os bancos foram arrancados; os restos agora se acumulam contra uma parede lateral. No fundo da nave, o altar-mor se ergue sobre três degraus. Seu retábulo barroco conserva folhas de ouro tarnished e uma imagem central de santo com o rosto desfigurado, coberta por um pano escuro. Atrás dela existe uma fresta vertical no ar, fina como um risco de tinta preta. Ela não reflete luz. Pelo contrário, absorve a claridade e o som, deixando os três quadros ao redor mais escuros, frios e silenciosos. A fresta parece uma passagem, mas também pode ser a borda visível de algo que está tentando olhar para dentro do mundo.

Proprietor
Sor IshkaAntiga guardiã e proprietária espiritual do santuário

Vigilante, severa e consumida pela culpa. Ela prefere assustar invasores a matá-los, mas se convence de que qualquer pessoa próxima da fresta já foi corrompida. Quando confrontada com provas sobre a noite da queda, torna-se hesitante e quase humana.

Architectural StyleIgreja colonial de influência barroca, construída por missionários estrangeiros que adaptaram técnicas de taipa, madeira pintada e pedra local. A ornamentação foi feita para impressionar uma população pobre, mas a umidade, o abandono e a presença sobrenatural reduziram o ouro a manchas opacas e a pintura religiosa a rostos quase irreconhecíveis.
Notable Features
Campo de ruínas de aproximadamente 20 por 20 quadros ao redor da entrada, com cobertura irregular e entulho instável.
Nave de 8 por 16 quadros com duas fileiras de colunas barrocas e corredores laterais estreitos.
Forro de madeira pintada, parcialmente solto, que pode desabar se sofrer dano intenso ou fogo.
Chão de pedra em padrão xadrez, rachado e marcado pelos antigos bancos.
Vitral trincado espalhado em uma área de 2 por 2 quadros, funcionando como terreno difícil.
Altar-mor elevado por três degraus, com retábulo dourado, imagem coberta e fresta negra atrás.
Três braseiros de pedra dispostos em triângulo, cada um ligado à estabilidade da fresta.
Fresta vertical que absorve luz, som e calor em um raio de aproximadamente três quadros.

History

Os fundadores chamavam o templo de Capela de San Teodoro, embora a pedra usada na construção viesse de uma tradição local muito mais antiga. Durante quase um século, os sacerdotes mantiveram a fresta selada com orações, fumaça de ervas e vigílias noturnas. A última guardiã foi Sor Ishka, nome herdado de uma palavra antiga dos povos das estepes que significa aproximadamente aquela que permanece acordada. Na noite da queda, uma caravana de refugiados chegou ao convento perseguida por mortos que não deixavam pegadas. Sor Ishka abriu o relicário e tocou o Sino de São Veyr para chamar ajuda. O sino não soou. A fresta se abriu, os mortos desapareceram e todos dentro da capela morreram antes do amanhecer. Desde então, a guardiã assombra a nave, tentando impedir que alguém repita o ritual. Seus métodos são cruéis, mas ela ainda protege o mundo exterior daquilo que se move do outro lado.

Culto e Ritos

A capela servia a uma pequena ordem de penitentes dedicada a vigiar a fresta atrás do altar. Os ofícios eram simples: três sinos ao amanhecer, uma ladainha ao meio-dia e uma vigília silenciosa durante a última hora da noite. Os sacerdotes ensinavam que a fresta não era uma porta para o inferno, mas uma ferida no mundo que precisava ser mantida fechada por oração, fumaça e sangue consagrado.

Relíquias Sagradas

Sob o altar existe um compartimento de pedra contendo o Sino de São Veyr, um pequeno sino de bronze rachado, e sete lâminas de prata usadas nas cerimônias de vigília. O sino não produz som para quem o toca dentro da capela, mas qualquer morto-vivo a até 18 metros deve realizar um teste de resistência de Sabedoria CD 14 ou ficar amedrontado até o fim do próximo turno. O efeito pode ser usado uma vez por descanso longo.

Elementos para o Encontro

A nave funciona como um encontro tenso e móvel. Os bancos quebrados junto à parede podem oferecer meia cobertura, mas atravessá-los exige 3 metros adicionais de movimento. Os cacos do vitral ocupam uma área de 2 por 2 quadros e contam como terreno difícil. Uma criatura que entrar ali pela primeira vez em um turno deve ser bem-sucedida em um teste de Destreza CD 13 ou sofrer 1d4 de dano cortante e ficar com o deslocamento reduzido em 3 metros até receber cura ou remover os cacos.

Os Três Braseiros

As três chamas dos braseiros são necessárias para manter a fresta estreita. Um personagem pode gastar uma ação para alimentar um braseiro com óleo, água benta ou uma oferenda de sangue. Óleo mantém a chama por 10 minutos, água benta faz a fresta recuar 1,5 metro por 1 minuto, e sangue fresco faz a chama subir, permitindo que a fresta lance uma sombra viva até o fim do próximo turno. Se dois braseiros forem apagados, o fantasma da antiga guardiã aparece. Se todos forem apagados, a fresta se abre o suficiente para uma criatura Média atravessar.

Denizens

Sor Ishka Antiga guardiã e proprietária espiritual do santuário

Vigilante, severa e consumida pela culpa. Ela prefere assustar invasores a matá-los, mas se convence de que qualquer pessoa próxima da fresta já foi corrompida. Quando confrontada com provas sobre a noite da queda, torna-se hesitante e quase humana.

Sor Ishka Fantasma da última guardiã

O espírito de Sor Ishka aparece como uma mulher magra coberta por um hábito encharcado, com cinzas grudadas no rosto e uma corrente de ferro enrolada no pulso. Em vida, ela guardava a fresta. Na morte, confunde qualquer intruso com um possível profanador. Pode ser acalmada se os personagens acenderem os três braseiros, tocarem o sino rachado e disserem em voz alta que vieram fechar a ferida, não atravessá-la.

Tomas de San Teyro Aparição e guia relutante

Um antigo acólito que sobreviveu à noite da queda, mas ficou preso entre a vida e a morte. Toma a forma de um rapaz de olhos secos, sempre ajoelhado perto dos bancos quebrados. Ele ajuda personagens que tratem os mortos com respeito, mas tenta conduzir os gananciosos até a fresta.

Hessa Kett Clériga investigadora

Uma clériga errante de fala baixa e postura rígida, descendente dos primeiros peregrinos que construíram o santuário. Ela veio recuperar o Sino de São Veyr e aceita acompanhar o grupo, embora suspeite que a ordem de seus antepassados escondesse parte da verdade.

Rumors & Plot Hooks

  1. 1.Nas noites sem lua, o vitral mostra uma paisagem que não existe do lado de fora, com torres inclinadas sob um céu sem estrelas.
  2. 2.Quem dorme dentro da nave sonha com a própria morte, mas sempre acorda com terra fria dentro da boca.
  3. 3.O santo coberto pelo pano não é uma estátua. Alguns juram que ele muda de posição quando ninguém está olhando.
  4. 4.A fumaça dos braseiros se move contra o vento porque segue a respiração de algo atrás do altar.
  5. 5.O Sino de São Veyr foi rachado quando tentou chamar os mortos de volta, e agora só os mortos conseguem ouvi-lo.
  6. 6.Sor Ishka não assombra a capela para impedir a entrada. Ela está esperando alguém forte o bastante para substituí-la.

Classified Entry

A fresta não é um portal completo, mas a sombra de uma criatura chamada apenas de O Visitante pelos antigos registros. Ela existe em um espaço adjacente ao mundo e consegue atravessar somente quando uma pessoa viva aceita ser lembrada por ela. A assombração de Sor Ishka mantém a criatura confinada, mas cada morte dentro do santuário fortalece a ligação. Se os personagens derrotarem o fantasma sem descobrir a função dos três braseiros, a fresta se alarga lentamente e cria uma ameaça maior para a região. Se purificarem o sino, reacenderem os braseiros e destruírem a imagem desfigurada, podem selar a fresta, mas a alma de Sor Ishka desaparecerá junto com a última proteção do templo.

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